Em um tempo onde aparentemente os humanos começam a desaprender a ler e escrever, reflito nos meus escritos sobre os afetos das artes, da literatura e da música. Em outras palavras, das linguagens, no plural, que permitem essas interfaces com a experiência do que é ser humano. Espero me fazer claro por meio de uma escrita que venha das minhas vivências e do meu coração. Se, às vezes, alguns textos, aqueles menos objetivos, lhes soarem desconexos ou difíceis de entender, convido-os a sentir os afetos das palavras, a sensação que elas deixam, em vez de sempre tentarem aplicar compreensões lógicas a esse jogo de signos que é a linguagem.

